21/11/2013

O hífen nos compostos e locuções

O hífen nas locuções: Não se emprega o hífen nas locuções, sejam elas substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais, salvo algumas exceções já consagradas pelo uso, como: água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao deus-dará, à queima-roupa. Portanto, não se usa hífen nas seguintes locuções: a)SUBSTANTIVAS: cão de guarda, fim de semana, sala de jantar, pau a pique, alma danada, boca de fogo, burro de carga, juiz de paz, oficial de dia, general de divisão, folha de flandres, camisa de vênus, ponto e vírgula, calcanhar de aquiles, fogo de santelmo, cafundó de judas, arco e flecha, comum de dois. b)ADJETIVAS: cor de açafrão, cor de café com leite, cor de vinho, à toa, sem fim (dúvidas sem fim), às direitas(pessoas às direitas), tuta e meia. c)PRONOMNAIS: cada um, ele próprio, nós mesmos, quem quer que seja. d)ADVERBIAIS: à parte (note-se o substantivo aparte), à vontade, de mais (locução que se contrapõe a de menos; note-se demais, advérbio, conjunção etc.), depois de amanhã, em cima, por isso, à toa, tão somente, a olhos vistos, de repente. e)PREPOSITIVAS: abaixo de, acerca de, acima de, a fim de, a par de, à parte de, apesar de, aquando de, debaixo de, enquanto a, por baixo de, por cima de, quanto a. f)CONJUNCIONAIS: a fim de que, ao passo que, contanto que, logo que, por conseguinte, visto que. Obs.: pelo espírito do acordo, as locuções com valor de substantivo devem ser grafadas sem hífen: deus nos acuda, salve-se quem puder, um faz de contas, um disse me disse, um maria vai com as outras(sem vontade própria ou teleguiado), bumba meu boi, tomara que caia. Da mesma forma são escritas sem hífen locuções como: à toa (adjetivo e advérbio), arco e flecha, calcanhar de Aquiles, general de divisão, tão somente, ponto e vírgula. Fonte: http://lingua-agem.blogspot.com.br/2011/03/novo-acordo-ortografico-o-hifen-nos.html

05/12/2012

Cecília Meireles

Programa da TV BRASIL, apresentado por Ancelmo Gois e Vera Barroso, sobre Cecília Meireles.

Participam deste programa a escritora Laura Sandroni, a compositora Sueli Costa e ainda não gravados o professor de Literatura e acadêmico Antonio Carlos Secchin e a poetisa Elisa Lucinda.



01/10/2011

Com tablets, empréstimo de livros virtuais é desafio para bibliotecas


Com a popularização dos tablets, o empréstimo de livros virtuais virou um desafio para as bibliotecas. Foto: Getty Images Com a popularização dos tablets, o empréstimo de livros virtuais virou um desafio para as bibliotecas

Com a popularização dos e-readers (leitores eletrônicos) entre alunos, o empréstimo de livros nas escolas brasileiras passa por um processo de adaptação. Colégios públicos e particulares investem e incentivam o uso de tablets e similares, e os estudantes começam a se familiarizar com a leitura de textos virtuais em dispositivos portáteis. Mas como as bibliotecas estão lidando com essa nova plataforma de leitura?

Na 15ª Bienal do Livro, no Rio de Janeiro, ocorrida no início de setembro, dois dias foram dedicados à discussão do papel da biblioteca no empréstimo de e-books, da democratização no acesso à leitura e dos desafios impostos com o surgimento de novas tecnologias, um cenário inimaginável há menos de duas décadas, quando existiam poucos aparelhos e eles ainda eram grandes e caros.

Conforme explica o presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Galeno Amorim, há duas linhas principais em estudo que se apresentam como possibilidades para implantação de uma biblioteca para empréstimo de e-books no Brasil. "Uma delas, que vigora na Europa e nos Estados Unidos, indica o empréstimo de livros que são baixados e, depois de alguns dias, desaparecem do suporte utilizado, fazendo com que termine o prazo de uso. A outra se daria por meio do ciberespaço, da chamada 'nuvem'. Dentro desse conceito, os livros ficariam em uma rede disponível a todos e o leitor não chega a baixar os arquivos. Neste caso, haveria a necessidade de pagar uma mensalidade para que o usuário acessasse as obras".

Desde o dia 5 de setembro de 2011, a Gol Editora já disponibiliza uma biblioteca virtual no endereço www.nuvemdelivros.com.br. "Temos dados que nos propiciam fazer uma biblioteca em nuvem no Brasil, e fazendo com que isso seja popular. O País é o terceiro mercado de computadores do mundo e tem a quinta maior planta de celulares, com mais aparelhos do que habitantes. Esses são fatores que favorecem a implantação de uma rede para a leitura virtual", afirma Jonas Suassuna, presidente do grupo, que pretende disponibilizar seis mil obras a partir de outubro ao custo de R$ 0,99 por semana.

Esse modelo, no entanto, não é unanimidade. "O Brasil é um muito País muito grande e com peculiaridades bem distintas em cada região. Creio que para alcançarmos a tão falada inclusão digital, o ideal seria que o empréstimo de livros virtuais fosse gratuito, como nas bibliotecas convencionais", detalha a professora do curso de biblioteconomia da Universidade Federal de Brasília (UnB), Mônica Regina Perez.

Os piratas do Brasil

Segundo dados da Associação Brasileira de Direitos Reprográficos, quase 200 mil downloads ilegais de livros foram realizados no País nos últimos dois anos por meio de 50 mil links "alternativos". "Na França, em 2010, o número de livros pirateados foi de, no máximo, 3%. Ou seja, existe segurança para que o empréstimo e a comercialização não sejam irregulares", comenta Amorim.

Sócia-proprietária do site de hospedagem e gerenciamento virtual de livros Alexandria Online, Raquel Mattes acredita que o download ilegal é "uma resposta ao preço caríssimo das obras". "Durante o governo Lula, os livros foram desonerados de qualquer imposto e, mesmo assim, os preços não baixaram. Esse tipo de pirataria só pode ser combatida quando tivermos preços acessíveis à população", diz.
Para Suassuna, a utilização da nuvem seria uma forma de combater a pirataria, já que não é possível baixar o livro e, assim, não daria para copiá-lo.

Livros na rede sem qualquer custo

Enquanto se discute a melhor forma de distribuição do conteúdo, projetos como o Domínio Público (www.dominiopublico.gov.br), do governo federal, que disponibiliza, por exemplo, a obra completa de Machado de Assis, e o Gutenberg (www.gutenberg.org), em inglês, que busca a democratização da leitura por meio da distribuição gratuita de livros em formato digital, ganham espaço. Em ambos os casos, são colocados à disposição do internauta obras cujos direitos autorais já estão liberados para uso.

Com uma proposta um pouco diferente, o Scridb (pt.scribd.com) se anuncia como "o maior clube do livro do planeta". Nele, o leitor compartilha textos com outras pessoas e pode, assim como nos sites já citados, encontrar algumas obras de livre circulação. O problema segue sendo as obras "fechadas", cujo interesse econômico por trás ainda vigora.

Empreste um livro para um amigo

Para esses casos, ainda existe a possibilidade de uma troca entre amigos, que segue viva nas plataformas virtuais. O mais popular leitor de e-books da atualidade, o Kindle, da Amazon, permite o empréstimo de livros virtuais desde novembro do ano passado. O processo é feito de um equipamento para o outro. O usuário que empresta fica 14 dias sem acesso à obra para que o amigo possa ler. Depois desse tempo, ela é bloqueada para quem pegou emprestado e "devolvida" ao dono. Processo muito semelhante a um empréstimo de um livro de papel.

Independentemente da postura adotada, o importante é procurar uma adequação às mudanças que a tecnologia impõe ao hábito de ler. "A biblioteca precisa buscar alternativas para se adaptar a esse processo. A tecnologia está disponível em qualquer lugar e a qualquer momento, e não necessariamente onde está a biblioteca. Logo, ela não pode mais esperar que o usuário vá até a instituição para buscar títulos ou realizar pesquisas, ela precisa ir onde o leitor estiver, disponibilizado obras raras e coleções exclusivas, para atrair o mesmo", ressalta o professor de tecnologia da informação da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Antônio Luiz Mattos.

A biblioteca da Ufes já começou a selecionar obras para compor seu acervo de livros virtual.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5378184-EI8266,00-Com%20tablets%20emprestimo%20de%20livros%20virtuais%20e%20desafio%20para%20bibliotecas.html

28/09/2011

Blog da Sorbonne inaugura série de entrevistas com escritores brasileiros

O blog Estudos Lusófonos, coordenado pelo mapeado José Leonardo Tonus (professor de literatura brasileira na Sorbonne – Paris IV), acaba de inaugurar a seção Um dedo de prosa, dedicada à literatura brasileira contemporânea. A estreia da série fica por conta do escritor mineiro Luiz Ruffato.

A cada mês será disponibilizada uma entrevista com um autor brasileiro, que falará sobre sua obra e sobre a produção literária contemporânea. As entrevistas também serão acompanhadas por um dossiê bibliográfico.

Entre os escritores que já foram entrevistados para o blog estão Elvira Vigna, Maria José Silveira, Paloma Vidal, Maria Valéria Resende e Fernando Paixão.

Fonte: http://conexoesitaucultural.org.br/?p=3161

09/09/2010

Biblioteca Digital de Literatura

A Biblioteca Digital oferece textos literários em versão integral.

São obras do Brasil e de Portugal, nas melhores edições disponíveis.

Além da consulta a essas obras digitalizadas, oferece grande quantidade de autores e de títulos.

Pode-se pesquisar autores, datas de publicação, editoras, gênero das obras etc.

Até o momento, a biblioteca digital conta com mais de setecentos títulos e o banco de dados, com 63645 obras e 16375 autores.

Exemplo de busca de autores.